UM DIA DE RIO DE JANEIRO


Eu e Alfredo Schwarz fizemos tanta coisa no Rio hoje que estou com aquela sensação de que metade de umas férias se passaram.
Quando eu era criança, uns 8 anos, eu escrevia um diário. Nenhum dos meus amigos fazia isso, diziam que era coisa de menina, apesar disso, passei uns 4 anos anotando todos os meus dias. Gostaria de lê-los novamente. Tenho certeza que me lembraria de cada um daqueles dias, mas perdi todos. 
Eu ainda escrevo no blog, mas obviamente sem a constância daquela época.
Se eu ainda continuasse escrevendo, o dia de hoje seria assim: 
Pedalamos na Floresta da Tijuca, vimos macacos, tiramos foto de costas para o Cristo, depois de yoga. 
O Fred aceitou ir sem tomar banho ao La Biciclete no Jardim Bôtânico. Eu achava que o Parque Laje ficava no Jardim Botânico, e errei para meu bem. Eu nunca tinha entrado no Jardim Bôtânico e me impressionei com a beleza e organização do lugar. Fiquei com uma certa pena dos espanhóis pelo Jardim Botânico de Madrid. 
À frente do restaurante tem um lugar chamado Espaço Tom Jobim. É um pequeno espaço, mas onde você pode ver as letras de Garota de Ipanema e Chega de Saudade escritas à mão por Antonio Carlos Jobim. 
Passamos no Jockey, vimos um páreo, apostei $10 num cavalo, mas perdeu. 
Depois do banho no hotel, parei para registrar esse dia para sempre. 
Agora vou dormir, pois amanhã meus amigos irão fazer o meio Iron da cidade maravilhosa. 


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