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Mostrando postagens de Março, 2015

GRANDE DESCOBERTA - MICHEL LAUB

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O recesso de revellion me permitiu conhecer a obra de um dos mais agraciados escritores da nova geração. Como diria Mircea Eliade para opinar sobre um escritor você deve ler toda a sua obra. Por ser jovem, Laub não tem uma obra tão extensa, são 4 livros para e-book (atualmente só leio no Kobo, não por arrogância, por praticidade) , mas nenhum deles tem menos qualidade que os demais, algo bastante comum nos escritores. Se precisasse escolher um, ficaria com A Maça Envenenada, o primeiro que li e que me motivou a continuar com as outras leituras.
Laub tem uma característica de misturar muito de sua vida pessoal com as histórias que conta. Narra quase tudo em primeira pessoa como se fosse um amigo contando uma história que lhe aconteceu e te faz pensar se sua vida também teria tantos acontecimentos para contar.

Dia da Mulher

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Civilizações antigas não guerreiras,tinham uma visão mais realista do verdadeiro papel da mulher. Esses povos olhavam-na como a própria divindade encarnada, pois somente ela era capaz de gerar a sua imagem e semelhança. A mulher gerava a vida, então os antigos a cultuavam como uma deusa. Com as mulheres no poder o mundo era mais humano, mais sensível e certamente por serem mais livres todos eram mais felizes.
Infelizmente os povos guerreiros tentaram acabar com essa forma de ver o mundo, mas vocês nunca perderam Sua Majestade. Por mais que os homens queiram se colocar em posições privilegiadas dentro da sociedade todos sabemos que o poder esta com vocês e que para o nosso contentamento vocês estão voltando a conquistá-lo.
Nós estamos felizes por ver o mundo cada vez mais próximo da maravilha vivenciada pelos antigos povos matriarcais. Somos gratos a você mulher, por trazer aos nossos dias, sensibilidade, atenção genuína às pessoas e mais alegria.
Parabéns pelo sua reconquista e pelo …

EM DEFESA DO ROMANCE - Por MARIO VARGAS LLOSA

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Muitas vezes me ocorre, nas feiras de livros ou nas livrarias, que um senhor se aproxime de mim com um livro meu nas mãos e me peça para autografá-lo, especificando: é para a minha mulher, ou minha filha, ou minha irmã, ou minha mãe; ela, ou elas, são grandes leitoras e são apaixonadas por literatura. E eu lhe pergunto, de imediato: "E o senhor? Não gosta de ler?"