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Mostrando postagens de Maio, 2015

MINHAS EXPECTATIVAS PARA O SEGUNDO IRONMAN

Um ciclo chega ao fim! Foi mais um ano de continuidade no treinamento desde que cruzei a linha de chegada do IronMan em 2014.

Acredito que o segundo IronMan seja mais difícil que o primeiro. No primeiro, você tem muito medo da prova (especialmente no meu caso que não tinha feito nenhuma prova de triathlon anteriormente) e esse sentimento bem ou mal, estimula sua disciplina. Você faz tudo e mais um pouco do que te pedem. Já no segundo, tem ideia do tamanho do esforço, já encarou o monstro e sabe que ele não tem sete cabeças e isso te deixa mais relaxado para os treinos. Por outro lado, embora você já tenha uma estrutura muscular mais calejada, esses mesmos músculos acumularam um ano a mais de tensão e o risco de lesão é maior. Acredito que nesta área eu tenha feito um bom trabalho apenas com Yôga, não fiz nada complementar como musculação ou funcional. As técnicas do Yoga, através de exercícios de isometria geram um fortalecimento profundo na musculatura que protege das lesões e ao me…

Abril despedaçado em Ruanda

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Cheguei a Ruanda, abril de 1994 quando li Maça Envenenada do Michel Laub. Quem nunca foi ou não lê nada sobre a Africa, tem uma idéia de um continente devastado pelas guerras civis e miséria. Mas a Africa, assim como todo continente, é muito diferente em suas partes. Tendo lugares civilizados e democráticos como a Africa do Sul e Namíbia e ditaduras tribais como na Guiana Equatorial, Camarões e Sudão. Dentre os inúmeros horrores que já aconteceram naquele continente, o Genocídio de Ruanda talvez tenha sido o pior e um dos piores da História da humanidade.